• 04/01/2022
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Crescem casos de queimaduras por águas-vivas em praias de João Pessoa e bióloga dá dicas para banhistas

Crescem casos de queimaduras por águas-vivas em praias de João Pessoa e bióloga dá dicas para banhistas

Ninguém está livre de tocar numa água-viva durante o banho de mar ou pisar numa delas enquanto caminha pela praia. Para saber como proceder em casos como esse, o ClickPB entrevistou a bióloga, Danielle Siqueira, nesta segunda-feira (3).

Ninguém está livre de tocar numa água-viva durante o banho de mar ou pisar numa delas enquanto caminha pela praia. As famosas queimaduras por caravelas ou águas-vivas se tornam mais frequentes no verão. Para saber como proceder em casos como esse, o ClickPB entrevistou a bióloga, Danielle Siqueira, nesta segunda-feira (3).


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Na estação mais quente do ano, parece haver um fluxo maior de águas-vivas nas praias, quando existe o aumento de registros das lesões nos banhistas na orla de João Pessoa. Segundo a bióloga, existe outro fator que contribui para esse aumento de casos, já que é no verão que muitas espécies entram na fase reprodutiva, período que favorece a concentração desse animais levados pela correnteza.

O interessante em destacar é que outra hipótese levantada é a ausência ou baixa de predadores, como as tartarugas, o que cria um ambiente favorável para um desequilíbrio na cadeia e o aparecimento em maior quantidade desses animais.

Esses animais possuem tentáculos portadores de células especializadas na produção de toxinas, que atuam como órgãos de defesa ou como instrumento para a coleta de alimentos. Ao pisar em um animal desse, um ferrão microscópio cheio de filamentos, injetam uma substância venenosa na pele produzindo a dor intensa semelhante à da queimadura.

“No caso de queimadura, o que não fazer é a melhor maneira de não agravar o ferimento e evitar complicações. Caso venha ocorrer é importante colocar vinagre na região e não esfregar a região da queimadura. Fazer compressas de vinagre, ajuda a aliviar a dor, porque o ácido acético neutraliza a ação das toxinas liberadas pela água-viva, bem como não passar água doce, já que pode disparar ainda mais o efeito da queimadura. A segunda opção é lavar com a própria água do mar para tentar amenizar a queimadura”, explicou ao ClickPB.

Em casos mais graves, em que a vítima tenha alguma reação alérgica, como o edema de glote e o choque anafilático, que podem pôr em risco a vida, é importante que seja acionado equipes do Corpo de Bombeiros e Samu.

 

 

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