• 01/05/2026
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Ex-senador Roberto Cavalcanti chama 1º de Maio de “Dia da Vagabundagem” e critica feriados prolongados

Ex-senador Roberto Cavalcanti chama 1º de Maio de “Dia da Vagabundagem” e critica feriados prolongados

O ex-senador pela Paraíba, Roberto Cavalcanti, voltou a gerar polêmica ao tecer duras críticas ao feriado do Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio. Durante uma participação em um programa da TV Correio, emissora afiliada à Rede Record no estado, o parlamentar classificou a data como “Dia da Vagabundagem”, argumentando que a celebração não condiz com a realidade do trabalho efetivo.

Para Cavalcanti, a essência do labor está ligada à rotina e ao cumprimento de metas profissionais. “É carimbado de Dia do Trabalho. Não, é o dia da vagabundagem. Porque não é trabalho. Trabalho é você sair de casa de manhã e voltar à noite, tendo cumprido uma missão profissional”, disparou. Ele reforçou sua posição declarando-se “absolutamente contrário” a esse tipo de feriado nacional.

Além da ofensa à data simbólica, o ex-senador associou a existência de feriados prolongados — os chamados “enforcamentos” — a prejuízos para o crescimento econômico e tecnológico do país. Segundo ele, a interrupção constante da produtividade atrasa processos essenciais, como a automação industrial e administrativa.

Cavalcanti revelou que, durante seu mandato no Senado Federal, chegou a propor um projeto de lei que visava regulamentar a distribuição dos feriados. A ideia era concentrar as folgas obrigatórias às segundas ou sextas-feiras, evitando assim as emendas calendário que ocorrem quando a data cai no meio da semana. “Fiz um projeto que, lamentavelmente, não foi acatado. Era trazer os feriados para as sextas-feiras e segundas-feiras, não dar chance ao ‘imprensado’”, explicou.

O político ilustrou sua reclamação citando uma conversa recente com um empresário, na qual ambos lamentaram a frequência das pausas no calendário comercial. “Estamos sendo sacudidos sucessivamente por feriados. Semana passada, feriado; essa semana, feriado. Isso atrasa demais o desenvolvimento”, concluiu. As declarações reacendem o debate sobre a relevância social dos feriados trabalhistas versus a necessidade de continuidade produtiva na visão do setor empresarial.

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