- 12/06/2026
- Sem Comentário
- 3 Minutos de Leitura
Erro operacional do Nubank dispara e-mail falso sobre liquidação e assusta clientes
Uma sexta-feira (12) de susto para milhões de correntistas. Um erro operacional interno do Nubank resultou no envio equivocado de e-mails alertando sobre uma suposta “liquidação extrajudicial” determinada pelo Banco Central (BC). A mensagem, que circulou a partir de um domínio oficial da fintech, gerou pânico imediato e viralizou nas redes sociais, levantando dúvidas sobre a solidez da instituição.
O conteúdo do e-mail era alarmista: afirmava que o BC teria decretado o fim das atividades do banco, que os ativos deixariam de circular e orientava os clientes a acionarem o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para resgatar valores de até R$ 250 mil. Para quem não conhece os meandros do sistema financeiro, a notícia soou como um colapso iminente.
No entanto, tanto o Nubank quanto o regulador se apressaram em desmentir a informação. Em nota oficial, a fintech explicou que se tratou de uma falha técnica já identificada e corrigida. O banco reforçou que não houve qualquer alteração em sua situação regulatória, que todas as licenças de funcionamento estão ativas e que as operações seguem com total normalidade, segurança e estabilidade.
“A instituição segue operando normalmente, sem qualquer impacto para os clientes”, destacou o comunicado, que também apresentou pedidos de desculpas pelo transtorno causado. O Banco Central corroborou a versão, afirmando categoricamente que não decretou medida alguma de liquidação contra a instituição e que a informação divulgada no e-mail não procede.
Nas plataformas digitais, a reação foi mista: entre o alívio e a indignação, muitos usuários relataram o susto inicial e cobraram explicações. O Nubank passou a responder publicamente para tranquilizar a base de clientes. O episódio ocorre em um momento de forte expansão da empresa, que consolida sua posição como uma das maiores fintechs da América Latina, atendendo milhões de pessoas no Brasil e no exterior. Apesar do susto, a estrutura financeira permanece intacta.
